O cliente do decisor tem sempre razão. Já o decisor, nem sempre.
25 02.2021
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O cliente do decisor tem sempre razão. Já o decisor, nem sempre.

Os decisores normalmente têm a tendência de procurar prever os hábitos de consumo dos seus clientes. Também não é raro guiarem-se pelos seus próprios gostos pessoais para definir o caminho de um produto tangível ou intangível.

 

Seria importante os decisores perceberem que a criação ou manutenção de um produto requer um acompanhamento contínuo dos hábitos de consumo de quem os compra (posso vender batatas e não gostar de batatas). Trata-se de um processo complexo, normalmente atribuído a um gestor de produto, e que requer envolvimento de várias áreas, nomeadamente análise de mercado, user experience design, estratégia de negócio, desenvolvimento de produto, entre outros.

 

No marketing, área onde atuo profissionalmente, é muito habitual ouvir a justificação "eu não gosto", "quero desta forma" ou "isso não funciona". Não quero dizer com isto que a opinião do decisor não é válida, mas sim, que este se deveria focar na opinião do consumidor.

 

O resultado final não tem como principal objetivo agradar o decisor, mas sim quem vai comprar/consumir o produto ou serviço.

No marketing, área onde atuo profissionalmente, é muito habitual ouvir a justificação "eu não gosto", "quero desta forma" ou "isso não funciona".



José Lopes
Gerente & Co-Fundador inCentea M.I


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